Futura escritora

Às vezes sai desse mundo apenas com palavras escritas, palavras imaginadas e ditas.
Sabe ir e voltar na hora certa. Às vezes se perde, esquece. Por lá é maravilhoso, seu mundo imaginário criado em uma mente sonhadora.

Há amor, muito amor. Mas há de ter seus conflitos, afinal, se nem tudo é perfeito em seu mundo real, no imaginário não seria diferente. Mesmo ela sonhando com a perfeição humana. Mas há aquela conscientização tão desejada não só por ela, e eles respeitam seu bem maior; aquela mistura de azul, verde e marrom.

Ela deseja aventuras, daquelas vistas em livros e filmes. E consegue em seu teletransporte imediato.
“Ei, não se perca, não se esqueça, volte!”

Ela lê aventuras e romances, assiste filmes aventureiros, nunca se cansa de ver seu bruxinho preferido, aquele do qual nasceu sua paixão e inspiração. Ela estuda, sai com seus maiores amores, aquelas maiores professore, incomparáveis.  Ri com amigos, brinca com o cachorro serelepe. Escreve nas horas vagas textos de acordo com seu humor, ou não. As vezes pequenas crônicas martelam em sua mente, praticamente gritam para que ela as transcreva. Ela ri, e escreve com maior prazer.

Brinca com as palavras. Prega peças em seus personagens, podendo ver suas caras aborrecidas depois.

Ela e brasileira, paulista. Tem 14 anos, escreve um livro, sonha em ser escritora e uma boa jornalista.
Prazer, Brunna.


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Lendo

Crepúsculo desafiou a imaginação. Lua nova deixou os leitores sedentos por mais. Eclipse transformou a série em um fenômeno global. Agora, Amanhecer... O livro que todo o mundo estava esperando, encerra a saga de paixões e perigos com um desfecho de tirar o fôlego.

Estar irrevogavelmente apaixonada por um vampiro é tanto uma fantasia como um pesadelo, costurados em uma perigosa realidade para Bella Swan. Empurrada em uma direção por sua intensa paixão por Edward Cullen, e em outra, por sua profunda ligação com o lobisomem Jacob Black, ela resistiu a um tumultuado ano de tentação, perda e conflito, para atingir o momento da decisão final. Essa escolha fatal entre fazer parte do obscuro, mas sedutor, mundo dos imortais ou seguir uma vida totalmente humana se tornou o marco que poderá transformar o destino dos dois clãs: vampiros e lobisomens.



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                 Lembranças da menina que escolheu crescer

  Minha cabeça girava rapidamente de tal maneira que por instantes achei que estava voando.
   O pozinho jogado sobre mim anos atrás ainda permanecia em mim. Diversas vezes mamãe pediu para que eu lavasse aquele vestido branco, que já estava cinza, marcada pelas nossas aventuras.
   Durante dois anos fiquei parada naquela janela. Diversas vezes pensei em tentar me sentir livre novamente, voar, passando para fora da janela.  Mas por qual razão?
   O pozinho já não tinha efeito sobre mim.
   Minhas histórias já não interessavam mais.
   Eu já deveria ter sido esquecida.

   Foi tudo apenas um sonho. Sonho esse que deixei escapar por entre meus dedos de menina encantada.
   Minhas esperanças estavam esgotadas.

Estava frio. E minha cabeça reproduzia imagens fantasiosas. 
— Dorme Wendy... – vagas palavras de uma voz conhecida passaram soprando em minha cabeça. – Você escolheu isso, apenas durma.
  A voz me trazia lembranças estranhas, me trazia saudade.  Peter escolheu ficar menino para sempre, eu escolhi crescer.
  Era difícil aceitar uma escolha contraria a minha, cresci aprendendo que a lei da natureza é você nascer, envelhecer e um dia partir. Eu não queria partir, seria a jovem Wendy para sempre. Mas não é assim que as coisas funcionam para quem tem pessoas que sentiriam saudades do outro lado.  Sentia minha consciência pesar apenas de imaginar mamãe, papai,
John e Michael querendo saber “onde está Wendy?”. Não seria justo mamãe passar noites em frente a janela aberta, esperançosa, a espera da sua unica filha.
  A menina que escolheu ser criança para sempre.
  Peter fez sua escolha e seguiu com isso. Mas com “Wendy” era tudo diferente.
— Wendy, Wendy – novamente a voz pronunciou meu nome. Desta vez me transmitiu sua angustia.
— Tivemos que escolher. Peter escolheu não crescer, Wendy quis seguir um destino desconhecido.
  A imagem apareceu. Desta vez fechada em sorrisos. Seus olhos me censuravam por minhas palavras.
— O medo do desconhecido... – sussurrou.
— Que rodeia a nós dois – murmurei. – Você não está livre dele, jamais. O futuro é nosso desconhecido. Sua imagem ficara intocável pelo tempo, mas as surpresas não.
  Ele se virou para mim. O olhar do menino que tinha medo do futuro, parecia triste. Eu queria poder travar lutas de espadas com o menino que me ensinou o que são aventuras. Como enfrentar medos. O Peter que não vai crescer.
— Os meninos conhecem a minha história. - enfim um sorriso escondido apareceu.
— Eu conheço a sua história. Meu querido Peter Pan. - minhas palavras sairam singelas e acompanhadas de lagrimas teimosas que eu sentia escorrer pelo meu rosto.
   Ele sumiu entre as nuvens. Novamente ele voltara para a sua escolha. Onde eu queria voltar.

Bom, a história de Peter Pan sempre foi uma das que mais gostei. Estava vendo o filme esses dias e assim que terminou pensei comigo: "Podia ter um final mais feliz". Então comecei a escrever no caderno uma espécie de continuação minha. Resolvi postar aqui no blog, mas não sei se vou escrever mais coisas, é sempre uma surpresa para mim mesma.

Brunna.

 

* Postado por: Brunna às 17h46

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            Enfim

Lembro como fiquei irritada quando mudaram a data de estréia de Harry Potter e o Enigma do Príncipe ano passado. Eu estava ansiosa como qualquer fã da criação maravilhosa de J.K. Rowling, que tem o seu bruxo favorito vivido por Daniel Radcliffe. E claro, seus dois melhores amigos Rony e Hermione, Rupert e Emma. 
  
Incrível como nós os viciados na saga, ou melhor, dizendo, Pottermaníacos, ficamos tão loucos e fantasiamos tanto com o dia em que a história que lemos no livro irá se passar na tela do cinema. Mas agora é o penúltimo, irei ao cinema feliz e ao mesmo tempo com aquele aperto no coração por saber que em 2010 irá passar o ultimo. Sorte que irão dividi-lo em duas partes, o que traz um pouco de alivio por saber que teremos mais um tempinho para curtir e ficar roendo as unhas em casa a espera da grande estréia. E quando eu estiver na fila do cinema, quando infelizmente acabar eu vou olhar para todo aquele elenco maravilhoso, pegar o livro e agradecer. 
  Agradecer muito!
  Tenho mania de falar que comecei a escrever devido a algum livro ou filme, na verdade tenho inspiração de alguns mesmo. Porém a maior inspiração é Harry Potter. Acho que dois anos atrás enquanto estava lendo um dos livros, me deu vontade de escrever uma história parecida. E lá fui eu. Mas fiz apenas algumas p
áginas, eu tinha apenas doze anos e não quis terminar, mas tenho até hoje tenho aqui comigo o início da história de Laile, a garota que tem uma vida um tanto parecida com a do jovem Harry.
  Em Julho de 2008 me deu na cabeça começar a escrever novamente, mas desta vez uma nova aventura. Até agora eu mudei várias vezes, mas agora está tudo certo, não mudo mais. Quem sabe não se torne um livro!

* Postado por: Brunna às 20h23

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